sábado, 26 de janeiro de 2008

Escutem Lenine, faz bem pra pele!


Tenho trabalhado. Trabalhado muito. De manhã, de tarde e de noite. Dormir tem sido raro e difícil. Eu não sou nenhuma guerreira vicking, mas eu chego lá. Não se alcança o objetivo se não houver esforço; não é isso que sempre dizem? Um clichê válido, até.

Mas além de trabalhar, tenho ficado com raiva. Raiva das pessoas que se dizem melhores do que são. Não digo no sentido de 'ah, eu escrevo fodonamente bem'. Não. Nada disso. Digo no sentido de pessoas para pessoas. Elas não são melhores com as outras, mas se dizem boas. E isso me irrita.

Tem bastante coisa que me irrita. Mas eu quero falar do que eu gosto.
Mas o legal é adivinhar o que os outros gostam...
Por enquanto eu fico sentada no azul, esperando.

"Foi... o amor se foi perdido. Foi tão distraído que nem me avisou. Foi... o amor se foi calado, tão desesperado que me machucou."

Eu não sabia amar.
Não conseguia.
Ainda não consigo, mas isso não significa que eu não consiga daqui a dois segundos.
E que amar não seja uma efemeridade, como sempre achei que fosse. Como sempre vi que era. Passou. Sentou-se e não se moveu mais.

Amanda Miranda

Um comentário:

Claudia Carpo disse...

É. Quase sempre quem diz que é, não é.


Né? x)