terça-feira, 12 de fevereiro de 2008


"I'm broke but I'm happy
I'm poor but I'm kind
I'm short but I'm healthy

I'm high but I'm grounded
I'm sane but I'm overwhelmed
I'm lost but I'm hopeful

I feel drunk but I'm sober
I'm young and I'm underpaid
I'm tired but I'm working

I care but I'm restless
I'm here but I'm really gone
I'm wrong and I'm sorry

I'm free but I'm focused
I'm green but I'm wise
I'm hard but I'm friendly

I'm sad but I'm laughing
I'm brave but I'm chicken shit
I'm sick but I'm pretty

And what it all boils down to
Is that no one's really got it figured out just yet

I've got one hand in my pocket
And the other one is playing the piano"

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Blog!




É engraçado o que esse blog me faz sentir. Eu venho aqui com a intenção de escrever outras coisas. Coisas mais interessantes do que o meu doce cotidiano insuportável. Mas eu sempre tenho que comentar o que eu ando fazendo, lendo, ouvindo. Isso é uma das coisas que me irrita. Queria poder sentir algo mais do que essa simples idéia de 'hoje eu acordei, escovei os dentes e fui dormir de novo".

Sei lá.

Às vezes eu quero mais é que tudo exploda. Só que HOJE eu quero que dê certo. Quero sentir o peso de ver caras novas e de ser eu mesma em qualquer situação. Hoje eu mudei. Pra melhor. Pelo menos eu me sinto melhor assim.


Quero me sentir cada vez mais forte a cada dia que passar. E fazer do meu doce cotidiano insuportável um cotidiano intensamente doce e só doce.


Amanda Miranda

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Baby

E aí vou eu.
Tentar expressar a minha viagem em três palavras antes de uma vírgula, sem alterar o sentido.
Pão de queijo, café com biscoito, er.. Ai. Não dou conta. Vai no de sempre mesmo! Cavalgada, laranja, manga, primaiada reunida, cerveja e música caipira, opa, caipirinhas, família, muito frango, lama, chuva, sol, secura, roça, boi. Ah... vai ser um sonho.

Sem ironias.
Afinal, eu vou deitar e ler muito.

Amanda Miranda

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

30 de Janeiro



Ainda estou cansada. É provável que eu fique cansada até dia 15 de fevereiro.

Não quero escrever nem pensar hoje. Quero curtir a visão do meu quarto, deitar na cama e ser a chuva que cai no terraço bem agora. Aproveitar o silêncio. Aproveitar o próprio cansaço. E que esse cansaço vire preguiça amanhã...

Por falar em amanhã, amanhã é dia de folga!


Amanda Miranda

sábado, 26 de janeiro de 2008

Escutem Lenine, faz bem pra pele!


Tenho trabalhado. Trabalhado muito. De manhã, de tarde e de noite. Dormir tem sido raro e difícil. Eu não sou nenhuma guerreira vicking, mas eu chego lá. Não se alcança o objetivo se não houver esforço; não é isso que sempre dizem? Um clichê válido, até.

Mas além de trabalhar, tenho ficado com raiva. Raiva das pessoas que se dizem melhores do que são. Não digo no sentido de 'ah, eu escrevo fodonamente bem'. Não. Nada disso. Digo no sentido de pessoas para pessoas. Elas não são melhores com as outras, mas se dizem boas. E isso me irrita.

Tem bastante coisa que me irrita. Mas eu quero falar do que eu gosto.
Mas o legal é adivinhar o que os outros gostam...
Por enquanto eu fico sentada no azul, esperando.

"Foi... o amor se foi perdido. Foi tão distraído que nem me avisou. Foi... o amor se foi calado, tão desesperado que me machucou."

Eu não sabia amar.
Não conseguia.
Ainda não consigo, mas isso não significa que eu não consiga daqui a dois segundos.
E que amar não seja uma efemeridade, como sempre achei que fosse. Como sempre vi que era. Passou. Sentou-se e não se moveu mais.

Amanda Miranda